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sexta-feira, 14 de março de 2014

Parando pra ouvir: L A Y L A



Jose Vanders já fazia música e carreira num canto qualquer do Reino Unido quando resolveu mudar o nome de seu projeto para Layla. 
Alguém que não define se é pop ou se não é, meio indie/alternativa/Florence and the Machine recatada/Lorde gente fina ou algo quase que indefinida no mundo das comparações, Layla tem músicas que não são dessas que viciam, mas dessas que te fazem, do nada, sentir uma vontade louca de ouvir e passar o tempo enquanto faz qualquer outra coisa. 
A vida como Layla começou com New Year, um EP que mostrava bem o direcionamento indie-alternativo-folk que alcançou o número um no iTunes, na semana de lançamento, entre os notáveis. New Year, a faixa-título, é uma das músicas que lembram baladas melancólicas e que preenchem o trabalho como um todo. Yalda e The Only One, seguidas de Winter, You Tease (que foi música de encerramento do episódio de Natal da série Made in Chelsea) trazem uma visão bem mais "simples" do que viria a ser o single título de seu segundo EP: Yellow Circles.


Yellow Circles, por sua vez, já traz uma visão bastante mais aberta, do ponto de vista pop. Os vocais de Jose caem bem nas batidas mais ritmadas, e servem até mesmo de fundo, desde o início ao final, parece que a voz dela está lá, envolvendo a música, lá longe. E com certeza, talvez não chega ao poto de ser viciante, mas não seria estranho vir uma vontade, do nada, de ouvir Yellow Circles, da mesma forma que pode acontecer com as outras músicas de Layla, só que mais intenso.

 
Claro, isso se você gostar, já que no mesmo caminho das cantoras "similares" (Florence, Fiona Apple, Lorde, outras por aí, lembrando que a similaridade nesse caso deve ter cuidado quando pedir licença para estar neste texto) existe a galera dos que gostam e a galera dos que odeiam.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Curtura i Árti: Os Amantes do Quebra-Pau na Cultura Pop

    Ídolos surgem a todo momento, e no mínimo quem é fã tem aquela coçadinha na língua (ou nos dedos) de defender a pessoa famosa que ama. Muitas vezes, mais que a si mesmos. E aí tudo começa. Por todos os lados, é um defendendo suas divas e divos, contra os chamados haters, que seriam os odiadores. Sim! Já não basta amar e amar alguém a ponto de sair dizendo que essa pessoa é sua deusa, sua louca, sua feiticeira, sua divindade, sempre tem aqueles que provocam, enquanto duas ou mais pessoas fãs enfurecidas de artistas diferentes se embatem nas formas mais criativas de provocação. 
    Muitas vezes tudo não passa de uma brincadeira, em que no fundo todos se divertem, mas em outras... Bom, em outras, como diria Copélia, prefiro não comentar. É caps lock ativado para um lado, é grito, é berro por outro, é montagem no melhor estilo "Mil Grau" nos comentários, comparação por todo lado, isso quando não tem vídeo, foto imitando a diva, e aí a outra pessoa vem mostrar que é melhor, enfim, benefícios que a maravilhosa Internet trouxe para nós. E isso é ruim? Praticamente não.
    "Não" porque é saudável até certo ponto, defender a pessoa que é seu ídolo extremo, mostrar a todos o que você gosta e não deixar que o sucesso fique restrito só a você. "Praticamente" porque transformar esse "quebra-pau saudável" num quebra-pau de verdade, no melhor estilo barraco de BBB, de novela das sete, ou qualquer coisa do tipo "vou ficar emburrado com você" não faz bem. Não faz bem porque fica ridículo, a imagem da pessoa que é seu ídolo acaba ficando mais propensa aos tão odiados (ao pé da letra) haters. 
    Os fandoms (fan kingdom), grupos de fãs de cada cantor, artista, ou qualquer pessoa famosa, muitas vezes são os que levam a culpa por ter incitado qualquer tipo de barraco, baixaria ou quebra-pau em geral que tenha surgido entre fãs de ídolos diferentes. Geralmente, o que acontece é dizer que tudo é uma "família", ou algo parecido, de modo que ninguém é culpado de nada (daí pode vir outro questionamento, existiria culpa nisso?) mas sim todo o fandom, mesmo quem nunca nem quis participar de uma dessas brigas.
    (Não é sendo mais um desses dos barracos mas imagina que louco se os próprios ídolos nesse caso dessem uma forcinha? Na verdade, isso faz sentido.)
    Bom, esses barracos existem, e sempre vão existir, na cultura pop eles são mais que evidentes pelo simples fato de, por ser pop, provavelmente estar vinculado a um número maior de fã e estando vinculado a um número maior de fãs é impossível não haver um que queria defender seu ídolo, e acabar gerando uma discussão. 
Exemplos de comentários "interessantes" que surgem.
Uns podem levar na graça, já outros podem se ofender,
e aí, sai de baixo!
    Discussão que pode ser saudável, com o respeito pelo trabalho do ídolo da outra pessoa, ou simplesmente com a chuva de caps lock, imagem nos comentários que vão desde as clássicas montagens "neyde" até Nazaré Tedesco ameaçando derrubar da escada, provocações por todos os lados, "a minha é diva e a sua não", sendo que isso tudo pode ser engraçado, e para muitos realmente é engraçado, ou de repente se tornar mais uma coisa que deixa nossas timelines mais sem noção e com certeza até com uma certa preguiça. 
   Ou seja, quebra pau de fã pode ser algo engraçado, que gere memes eternos, pode ser algo saudável no sentido que nem precise ser classificado como um quebra-pau, ou simplesmente pode ser uma chuva de "desnecessariedades" para quem quiser ler algo nada útil.
     Quebra paus são interessantes, quando realmente são interessantes.


Até os artistas às vezes curtem uma briguinha...

    

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Curtura i Árti: Adeus, carne

...

   Olha só quem vem chegando. Ele, o feriado mais esperado por uns e mais odiado por outros. Sim, o carnaval. Aquela terça-feira que se estende para trás em alguns dias e causa o vucovuco da felicidade instantânea nacional nos mais variados cantos do país.
   Para quem não sabe, o Carnaval surgiu na Grécia, algumas centenas de anos antes de Cristo e passou a ser adotada como comemoração pela Igreja Católica em meados de 590. É claro que o Carnaval naquela época era muito diferente do atual, e o nome adotado pela Igreja remetia ao latim carne vale, uma espécie de "adeus à carne", já que é uma festa que precede a Quaresma, período católico de abstinência de carne. O estilo francês de fazer o carnaval foi exportado para os mais variados lugares do mundo, inclusive no Brasil, que com o passar do tempo se tornou um modelo próprio e um dos mais conhecidos da festa.
   E então começam as aglomerações, shows lotados, desfiles de blocos e escola de samba, música, bebida, gente louca para todos os lados, festa, festa e mais festa. E nesse ambiente festivo sempre exitem aqueles que não estão interessados em estar bem. E aí tem os que jogam lixo e fazem necessidades fisiológicas e sexuais na rua, furtos, roubos, problemas relacionados a briga, até mesmo casos de morte que estampam os noticiários da mesma forma que a alegria das pessoas.
   Sem falar naqueles que odeiam fortemente o Carnaval. É claro que ninguém é obrigado a ir para o meio da multidão atrás de um trio elétrico escutando axé ou desfilar em um bloco ou ficar pelado numa escola de samba. O Carnaval é ótimo para quem quer ficar na tranquilidade de casa, e sinceramente acho que muitos odiadores fazem muito barulho desnecessário. Principalmente porque se estivessem em algum outro país, o máximo que ficariam era no conforto e tranquilidade de casa, e com as rotinas normais que podem muito bem continuar a ser seguidas aqui sem que ninguém precisa participar de nada disso.
   Seja onde for, seja no calor humano ou no calor das cobertas, seja no meio do nada ou em qualquer lugar... Cada um fazendo o que gosta, sempre dentro dos limites do respeito um ao outro.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Curtura i Árti: Pós Fim do Mundo e Pré Natal

Bom... O fim do mundo era algo que muitos esperavam, outros debochavam, outros não estavam nem aí, outros diziam que era coisa do capeta, enfim, o fim do mundo era aquele tal evento que disseram que ia ocorrer e depois que lançaram aquele filme todo mundo resolveu dizer por aí que 21 de dezembro de 2012 era o grande e derradeiro dia - até porque está na cara que o calendário maia nunca preveria um fim.
Mas o que importa isso agora, dois dias depois? Bom, o mundo não acabou, certo? Isso é inquestionável e óbvio. Agora caminhamos para outra data consideravelmente tradicional no comportamento humano ocidental, o Natal. E o que é o Natal? Bom, é a celebração cristã baseada numa festa pagã que celebra uma simbólica data de nascimento de Jesus Cristo. Complexo, não? Para você que achava que era apenas a chegada do Papai Noel no dia que Jesus nasceu mesmo foi uma surpresa e tanto.
Dois dias antes do Natal, essa coisa tradicionalissimamente provocadora de caos nas ruas comerciais das cidade na semana anterior (até mesmo o dia anterior), a gente percebe que parece mais é que o mundo está acabando e as pessoas estão em desespero querendo tudo o que veem pela frente. E é incrível ver como as pessoas tem raizadas em suas culturas essa coisa de deixar para a última hora. É bem capaz e raro de se ver por aí alguém que diga que já comprou o presente de Natal de alguém, sei lá, um mês ou dois antes. São raros, mas para nossa alegria (ou não) existem. E às vezes nós mesmos que criticamos (tipo quem vos escreve) às vezes consegue deixar as coisas para a última hora. Mas se tratando de Natal, me poupo dessa muvuca.
E para variar, ainda tem aquela sensação do pós fim do mundo, já que tudo deu certo, é hora de correr para fazer as compras. Tudo bem que todos os anos a muvuca comercial do pré natal acontece, e nem todo ano tem um fim do mundo programado, mas fica a imaginação de um caos pior que o do pré natal, caso o mundo resolvesse acabar mesmo.
Feliz muvuca, feliz Natal.

domingo, 18 de novembro de 2012

Ano Dois

E depois e muitos posts bem vistos, mal vistos, grandes, pequenos, bem escritos, mel escritos, pessimamente escritos, elaborados, na hora, não terminados, chateantes, revoltados, engraçados, comentados, esquecidos, elogiados, xingados, maltratados, esquisitos, sem sentido, com todo o sentido, idiotas, bestas, desabafos, e por aí vai, essa coisa aqui que também é conhecida como blog vem completando nesse 18 de novembro de 2012 seus 2 anos de existência e atividade um tanto quanto estranha. Mas quem leu e gostou continua sendo bem vindo, quem leu e não gostou pode ler de novo para quem sabe gostar (ou não). E quem não leu, chega mais e dá uma lida, e diz se gosta ou não. São dois anos de um blog que nem é nenhum "O Blog", mas está aí para quem quiser ler, e isso já é bom. Só resta dizer um obrigado a esses poucos, mas os poucos que mesmo não sendo muitos, motivam para que isso aqui dure.



quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Curtura i Árti: Uai

   Tenho recebido muitas indagações de pessoas de outros estados e regiões sobre o significado da expressão de três vogais que é quase instantânea por aqui, em terras goianas: "uai". Bom, se você é de fora do círculo regional entre os estados de Goiás e Minas Gerais já deve ter percebido a frequência que nós utilizamos a palavra "Uai". Então, é quase involuntário, assim como em muitos outros estados e regiões existem inúmeras outras palavrinhas que também definem uma falta de definição para ela.
   O que seria definir uma falta de definição? Bom, o "uai" pode vir antes de qualquer frase com o intuito de significar uma interjeição no sentido de "estou pensando", ou então, um "então", ou até mesmo uma interjeição como se fosse um "Nossa!" ou no final das frases pode representar uma redundância. Por exemplo, você chega até sua mãe e diz: "Mãe, posso sair?" e ela responde: "Uai, pode". Outro exemplo: "Meu cachorro morreu", "Uai, mas ele estava tão bom". 
   Muitas teorias podem dizer sobre a origem dessa expressão vocálica. Alguns dizem que é uma adaptação do "why" do inglês, feitas por mineiroas ingleses em Minas Gerais no tempo da mineração, ou então foi simplesmente uma expressão que foi "pegando" entre as pessoas. Nunca se saberá qual é a verdade verdadeira...
   Não tem muita explicação além dessa, e a esperteza lhe condiz, pode comparar a muitas expressões utilizadas em outros estados, como por exemplo o "tchê" dos gaúchos. No final de tudo, só posso dizer o seguinte: "Uai... Uai é uai, uai..."


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Curtura i Árti: Aquela música depressiva


Uma playlist arrumada, com seu gosto musical feito da melhor forma possível. Você sabe melhor do que ninguém que gosto musical não se discute, e não se discute mesmo. Sim, tem música animada, música lenta, rápida, romântica, estranha e... Depressiva. Claro, por que não?
Músicas depressivas estão presentes no cotidiano de todo ser humano que aprecie esse dom artístico de musicar. Sim, estamos presos à essa coisa. Nenhuma música fala tão profundo quanto uma música depressiva. Mas aí é que está o problema, até que ponto se torna justa a classificação de música depressiva?
Bom, temos o ritmo, temos a letra. Um ritmo lento, calmo, com mudanças de tom diferenciados, já não nos deixa lá essas coisas, no sentido de estar bem. Aquela coisinha suave, que vai penetrando lindamente nossos ouvindo fazendo-nos pensar na vida. Alguns compositores fazem muito bem isso, e pode colocar ou não, uma letra decentemente específica para aquilo.
Já ouvi músicas assim. Melodia lenta, fraca, depressiva. Mas letra animada, falando de coisas que te deixam bem. Trazem a paz, essas não são depressivas.
Agora experimenta colocar uma letra super triste. Triste mesmo, daquelas de fundo de poço com fim de vida. Isso detona de vez. Não querendo deixar de dizer mais, música depressiva é algo feito para nos tocar profundamente. Não existe um ser humano na face da terra que não escute uma música bem depressiva e não pense sequer por dez segundos na vida. Sim, pode ser uma história de vida, um problema, uma busca de superação. Música depressiva é pra todos os momentos em que a vidas não está boa.
E tem seus limites. É claro que devemos nos conter, não nos deixar levar pelo sentimento gerado quando já estamos tristes e aí colocamos uma música depressiva pra desgraçar de vez. Escutar é bom, as vezes ajuda, e geralmente as músicas depressivas são lindas.
Mas se você estiver muito triste mesmo, coloque música mais animada e... anime-se!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Curtura i Árti: "Na tela da TV, no meio desse povo"


De um modo geral, um dos aspectos mais abrangentes da "curtura brasileira" é a televisão. Essa caixa luminosa que mostra imagens aos nossos olhos nos fascina neste país desde que chegou aqui, nos anos 1950. Aquela vontade louca de apertar o botão que acende uma luz que se movimenta para ficar por horas e horas estático sentado em um sofá pareceu muito bem-vinda. E foi.
Atualmente, a televisão ainda é um dos meio mais utilizado em todo o mundo, nós ainda insistimos em ver imagens movimentando-se enquanto ficamos parados. E dá para percebemos que a televisão ainda será um dos meios de comunicação mais utilizados no mundo por muito e muito tempo.
Infelizmente, ela encontra uma barreira de problemas e um meio de aculturação forçada de uma população. Antes da Internet (acredito que ainda hoje) as pessoas viam (e veem) na televisão um meio de adquirir cultura. Bordões de novelas e séries, jeitos de se vestir das atrizes, o gosto musical. Pouca coisa não passava (e ainda pouca coisa não passa) pela televisão. É óbvio que não se deve negar que de mais ou menos uns vinte anos para cá o avanço muito rápido da globalização (resumindo: surgimento da Internet) abriu as pessoas a um conhecimento muito maior do que o que é mostrado "na tela da TV, no meio desse povo". As noticias, por exemplo, que na televisão são mostradas de uma única forma, ganham várias versões nas outras formas de comunicação. A televisão manipula, muitas vezes aliena de fatos que deveríamos saber, mas infelizmente muita gente só tem esse meio de recepção de fatos.
Poiss não se deve negar que em todo o mundo há muito mais casas com uma TV do que com um computador, e há muito mais casas com um computador sem acesso à Internet do que com um computador com acesso à Internet.
A televisão ainda dita regras, ainda manipula as notícias, mas ainda é a mais forte forma de diversão encontrada pelas pessoas que, não satisfeitas em sair de casa depois de um longo dia de trabalho, ficam em suas casas. E apesar dos avanços de tecnologias que encontramos, que podem muito bem abrir caminhos a um conhecimento de "curtura i árti" e dos fatos no mundo, todos se rendem a pelo menos alguma coisa que passa na televisão. Aquelas séries que muita gente passa meses baixando da Internet surgiram onde?
Antes de apenas falar mal, procuremos possibilidades... Tudo tem dois lados...

sábado, 14 de abril de 2012

Curtura i Árti: Arte de falar

Diga diga diga diga diga. Escute o som de suas cordas vocais. Cante. Fale. Frases, palavras feitas, textos complexos e sons variados. Onomatopeias. Desgraça de mundo sem som? Não, gesticule. Gesticular também é dizer. Olhar é dizer, andar é dizer.
Expresse-se. Comunique-se. Mostre a que veio no mundo. Não deixe de mostrar o que você é. Não deixe. Não deixe mais nada. Deixe tudo! Não.
Cale-se. Acomode-se num canto. Não diga, não escute, não cante, não fale, não gesticule. E seja infeliz, seja sozinho.
Pule, dance, chame a atenção. Grite, esperneie, chore, sorria, bata, xingue. Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje. Não deixe de dizer, não deixe de mostrar. Se exiba.
Não, não se mostre demais, só seja você. Tenha personalidade. Leu? Per-so-na-li-da-de. Sim, com separação silábica.
Sílaba? Conceito urgente de palavra feita? E quem dá conta de ler? São sim, os mesmo que dão conta de falar. Mas por quê? Por que quem dá conta de falar às vezes não dá conta de ler? Não sei.
O mundo se expressa em símbolos, gestos, palavras, cores, sons, vidas, mortes, seres humanos, plantas, animais.
Textos. Uma imagem pode ser um texto. Um filme, um olhar, uma desconsideração de alguém para com o outro. Uma gíria. Gírias também comunicam.
Preconceito alado de quem acha que fala bem, voe logo! Suma daqui, rapaz.
Todos falamos bem, cada um da sua forma: com som, sem som, com palavra, sem palavra, com imagem, sem imagem, quem quer e quem não quer. Dane-se.
Co-mu-ni-que

Coloque algo aí...

sexta-feira, 9 de março de 2012

Curtura i Árti: Creuza

A música brasileira está cheia de refrões inconfundíveis, daqueles que ficam na nossa cabeça (inclusive refrões inesquecíveis já foram tema de um post). Mas no caso da smúsicas na nossa língua, encontramos pérolas que realmente ficam para a história.
As coisas chegaram a um ponto que as pessoas simplesmente não se lembram mais qual é o verdadeiro nome da música, e para piorar, só sabem "aquela" parte.
Tratando-se disso, nessa postagem quero fazer mensão à uma música em especial. Na verdade, se analisarmos a letra dela a fundo, percebe-se que é uma adaptação muito mal feita de uma música em inglês. Mas pelo menos mmuita gente já ouviu: O Amor e o Poder, adaptada de The Power of Love.
Imagino que existem algumas pessoas que leram e não se lembraram que música é. Lá vai um trecho do refrão: "Como uma deusa, você me mantém..." Acho que já é suficiente. Tem gente que vai se perguntar "Como assim o nome da música não é Como uma Deusa?" Pois isso tornou a música uma das mais clássicas da musicalidade do Brasil, ganhando paródias de mais inúmeros tipos. Seu refrão forte se torna engraçado quando cantado por pessoas que não fazem jus ao perfil de "deusa".
Como uma deusaaaaaaa, voce me manteeeeem... ♫
Pois é, é isso que acontece. É muito engraçado isso, a gente escuta uma música e o refrão fica. Daí você encute que aquele refrão é o nome da música. Mas uma pesquisadinha antes é interessante. Mas é muito bom renomear as músicas ao nosso gosto.

PS: Nada contra as Creuzas do meu Brasil, mas... E aí, hoje você está como uma deusa? Ou como uma creuza?

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Curtura i Árti: Santa "inguinorância"

E não é de hoje que vemos, principalmente divulgadas na Internet, divulgações bizarras, e as chamadas "pracas", porque de placas, pelo menos decentemente escritas, não têm nada. Há os questionamentos básicos: seria pura ignorância de quem está tentando melhorar? Ou seria vontade de aparecer?
Sim, digo vontade de aparecer no sentido mais literal possível da coisa, tudo bem, sempre existiram aqueles que erraram, mas estão realmente com a justa intenção. Mas existem coisas em que se torna impossível imaginar que a pessoa foi inocente em escrever aquilo.

Alguém aí té com seu disco voador quebrado? Eles consertam...
Sim, é completamente bizarro, você deve estar se perguntando... Isso é sério? Isso parece piada. Nunca saberemos, completamente, qual seria a intenção de uma pessoa em consertar um disco voador. Temos duas hipóteses, ou essa pessoa vive literalmente, no mundo da lua, ou ela quer aparecer.
Essa história de "pracas", por mais que algumas sejam fruto da falta de educação decente no Brasil (a santa "inguinorância"), com certeza já virou palhaçada, e tem gente que com certeza faz isso para aparecer. Já virou  curtura e árti...

PS: Meu disco voador quebrou, alguém me dá o endereço dessa casa? 

domingo, 25 de dezembro de 2011

Curtura i Arti: É o Natal que chega e...


E como já se fosse de esperar chegou o dia mais esperado por todos aqueles que admiram festas de fim de ano ou qualquer coisa do tipo, o Natal. Diazinho bom, não podendo me esquecer das criancinhas retardadas que confiam que o velhinho pançudo de roupa vermelha vai trazer alguma coisa a elas pela chaminé. Triste e feliz ilusão.
O Natal é algo que era para ser apenas um feriado religioso e virou mais um aspecto cultural mundial a ponte de existitrem campanhas natalinas que se esqueceram completamente de seu cunho religioso. Foi-se o tempo em que o Natal era apenas um dia de reunir a framília na sala de casa, trocar presentinhos baratos e comer, e depois dormir. Natal virou comércio, as pessoas acham bonito lotar os shoppings e os centros comerciais das cidades para comprar presentes pras pessoas, para comprar comidas e por aí vai...
Gente querendo de tudo, o desejo de feliz Natal virou o desejo de quero meu presente, e nada mais se sabe além do ser e do não ser no Natal de hoje em dia. Não propriamente o cunho religioso do natal, mas é um dia em que se poderia, INDEPENDENTEMENTE DA RELIGIÃO, se lembrar de que as pessoas que amamos merecem ser amadas, já que o Natal se transformou em algo global de confraternização.
É o Natal que chega e faz uma bagunça nas cidades, se tornando comércio, e não dia de confraternização, festa com as pessoas que amamos. pelo menos ainda tem gente que se lembra disso, poucos exemplos.

PS: Feliz Natal!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Um ano!

Hoje faz um ano que tudo começou. E o Macaco Mosquito se tornou um "blog" de forma tão doida e tão especial. Quem acompanha desde 18 de novembro de 2010 sabe muito bem do que estou falando (será, não sei).
Um ano se passou, desde o "Eu tenho quase certeza de que estou no lugar errado", nosso primeiro post. desde o nosso primeiro seguidor, "Fernando Arantes", desde nosso primeiro comentário, da "Lania Magalhães", desde a chegada da doida da "Aninha Coelho" que começou a soltar propagando do blog pra todo lado e criou até mesmo uma página no Facebook. Mas além desses, vários fizeram com que esse blog se tornasse algo que funcionasse esse tempo todo. É difícil não largar, viu?
O macaco Mosquito ainda tem muito o que evoluir nos próximos anos. esse é o 01, vamos chegar a vários, podem ter certeza!!!!!
PS: Que venham o 02, 03, 04 sucessivamente...

sábado, 1 de outubro de 2011

Curtura i Árti: Monalisices

E finalmente tratando de um assunto que não poderia deixar de ser tratado por aqui. Aquele quadro do Leonardo! Aquele mesmo, da mulher que ninguém sabe se está sorrindo. É ela mesmo, a Mona, a Lisa.
Estava eu, analisando outro dia aquela imagem completamente estranha pintada ha quinhentos e la vai cassetada anos atras, e reparando o quando ela é obscura, num riso irônico-feliz. A Mona Lisa só pode ser do mal. Como dizem por aí, a boca dela parece mexer, por uma lado mexe mesmo.
Depois dizem que o Leonardo que pintou ela não tinha um código. Dan brown diria o contrário.
Veja por si mesmo.
Ops, errei de imagem.

PS: Vê se não é do mal esse treco.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Curtura i Árti (Extraordinário): Amy Winehouse

E lá se foi quem já sabiamos que mais dia menos dia acabaria indo de qualquer jeito. É dela mesma que estamos falando, meu caro (a) leitor(a), a Amy!
Tudo bem que ela tem umas músicas boas e tal, mas convenhamos que as próprias letras das músicas anunciavam a tragédia que estava por vir e putz, veio. E o pior, todo mundo sabia disso. Mas quando viram no noticiáario Amy Winehouse morreu todo mundo achou uma loucura do tipo "ela era tão novinha", tinha uma caaaaar de véia".
Tudo bem, era tão drgada que já tava na casa dos 50 sem passar dos 30. Como é que pode?
Pois é, lamentando ou curtindo um som, a Amy morreu, e é sempre uma pena quando alguém morre, mesmo sendo uma cantora totalmente noiada que nem ela.

"We only say goodbye with words..."

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Curtura i Arti: Cidadões Brogodonenses

Já começando com esse erro de português absurdo.
Pois bem... Pra quem assiste novela, não poderiamos deixar de postar esse post dizendo o que acho dessa novelinha das seis que ta deixando muita gente com a cara grudada na TV. Atualmente, a cidade que todos queriam morar é Brogodó. Sim! Uma cidade fictícia. Vamos aos casos.
Brogodó, uma cidade fictícia de época d enovela das seis. Tranquilíssima, não? Não. Os últimos capítulos que passaram-se da novela mostram a cidade como uma quase favela do RJ em pleno tiroteio. Mas mesmo assim, não podemos deixar de exemplificar o quanto isso foi emocionante (foi até pros TT's do Twitter \0/).
Só assistindo pra entender...
"Cidadões" brogodonenses

terça-feira, 31 de maio de 2011

Curtura i Árti: Nomes de banda

Enquanto não sai o Ao Vivo, vou falando de algo que nos vem comprometendo musicalmente nos últimos anos.
Bem... Toda banda tem um nome, e isso pode ou não causar problemas. A alta criatividade (nesse caso também chamada de lapso de loucura) dos integrantes de uma banda podem transformar seu nome em algo muito "diferente" do que a gente vê por aí. Não estamos aqui para julgar nenhuma delas, claro, mas, tipo, Bangalafumenga é criativo. E o pior é que se considerarmos o Daniel Belleza e os Corações em Fúria, vemos o quanto é valioso dizer que a turma tem um alto grau de criatividade. Daí encontramos outras coisas, que podem ir do bizarro ao sensato, como: Capitão Cometo e os Formidáveis Ladrões de Parafin, Triste Fim de Rosilene, Restart, Paralamas do Sucesso, Br'Oz, Calcinha Preta, Joane e o Amendoim Saltitante, Xutos e Pontapés, Ecos Falsos, SKAminhoneta do Lixo, Desdobradores do Tempo no Horizonte vertical, Móveis Coloniais de Acaju, Repórter estrábico, Mão Morta, Banda do Casaco, Calypso, Babado Novo, Macaco Bong, Pedra Letícia, Medulla, Nervoso e os Calmantes, Pato Fu, Os Azuis, Megh Stock,  entre dezenas, centenas, milhares, centenas de dezenas de milhões de milhares de mil e por aí vai.
No fundo...
Lá no fundo mesmo, toda banda tem nome bizarro... Se sabe mais algum, diga aqui, digo, digita.


PS:  Acho que não existe nome de banda mais bizarro que Santa Maria, Gasolina em teu Ventre. (eu hein...)
Pra quem quer formar uma banda, lá foi uma dica boa. Criatividade hein! Mas bastante cuidado

sábado, 19 de março de 2011

Curtura i Árti: O samba do Wikipedista doido (parte 2)

E assim o nosso samba chega a um local inusitado (ou não)
Continuando aquela falação toda a respeito do samba do wikipedista doido, aquela loucura que acontece nos bastidores da Wikipédia.
Pois bem, você chegou aaté aqui (se bem que isso é um blog, se vc chegou até aqui é porque esse post apareceu primeiro, ou não, vai que voicê leu a parte 1). Agora é hora de se entender com os nomes. os nomes? Isso. Não estranhe aos nomes bizarros de usuários que se encontram por lá. Muitas vezes são autoclassificados por eles mesmos de pseudônimos (sic!), mas enfim, são bizarros (não posso falar muito do meu que é Coelhoscoelho). Mas enfim ,aí começam a briga, os nomes estranhos estão brigando numa GE, num PB e numa WP:V, enfim, siglas...
Mas pela face dos nomes bizarros deixaremos um pouco de lado para falar das fontes. Vai lá, bina, na maior cara de pau inserir uma informação sem referências, ou ref. Se ioniguém ver, qualquer um vai lá e põe a marca de sem fontes (a nao ser as comunas francesas, vai lá e apera alt+x pra ver), enfim, nunca se esqueça das tags ref e /ref com alguma informação, mas tem que ser FF, senão se FFod*m.
Mas enfim, acho que ergui o conhecimento do samba do wikipedista doido. Digo, não, cuidado com os estatutos, não peça nada aos administradores sem que antes elees te conheçam e você tenha feito no mínimo milhares e milhares de edições.
Agora sim. Bina, se vc estiver pronto, boa sorte, se não, boa sorte também. Wikipedie-se, é legal...


quinta-feira, 17 de março de 2011

Curtura i Árti: O samba do Wikipedista doido

A enciclopédia livre, que diariamente é atualizada por milhares de usuários e diariamente é xingada e descompreendida pelos bogs e sites da vida, tem nos seus bastidores uma batalha incessate pela busca da informação verdadeira. E esses bastidores são construídos em inúmeras páginas que, desde votações para eliminação de um artigo até brigas entre um e outro usuário, enchem os servidores muitas vezes de coisas desnecessárias. Posso muito bem dizer isso, pois sou um desse chamados "wikipedistas" e não fico de fora (felizmente?).
É claro que, segundo coisas relatadas, aos neurônios de quem conhece esse projeto "por dentro", percebe-se que as coisas por lá acontecem justamente para evitar os vandalismos. Entendeu? Vandalizam as páginas da wikipédia, que muitas vezes são os motivos das inúmeras críticas dos sites, blogs, jornais, revistas, programas de Tv... e por aí se vão. O combate aos vandalismos é incessante, a ponto de desgastar o próprio wikipedista nas suas contribuições. Mas o que seria contribuir? Vamos por partes...
○ Pra quem já chegou até aqui, faz muito bem entender esse "samba do wikipedista doido". Quando você se registra na Wikipédia (o que já é um processo que te parabeniza, a coragem), é necessário, logo de início, que você leia todos os parãmetros que chegam na sua página de discussão (que é como se fosse uma página onde um wikipedista fala com outro), para editar. São pilares onde você aprenderá que não pode escrever qualquer baboseira, porque se não, meu amigo, se ferrou! Apagam mesmo, sem dó, e ainda mandam um aviso, que, se persistir, será bloqueado (como diria um dos hilários que passaram por lá, será preso). Tudo bem.
É muito importante pra você, como usuário novato, se proteger dos ataques de certos usuários que acham que qualquer novato é vândalo, e, em vez de ajudá-lo, mandam logo um bloqueio. E lá se vai seu sonho de colaborar (pelo menos por algum tempinho, ou não). mas aí você se evolui. lê o que chamamos de documentação interna e de repente está lá, mais (um pouquinho) respeitado pelos outros. Mas acostume-se, pois vai se deparar com siglas como PA, PB, PE, GE, MR, PV, EAB, EAD, WP, PDU e por incrível que pareça, bina, LDWQATVNCEECDVTANCEMDQDSUE (ufa!). já que já sabe o básico, passamos a outras coisas...
○ Já vi cada coisa acontecer por lá. E vim alertar que a coisa fica preta se você tocar no ponto fraco de certos usuários por lá. Vão lá e pedem o seu bloqueio (existem os administradores, que são os que bloqueiam, por isso não se atreva a afrontá-los hein, bina). Já falaram por lá de uma tal de panelinha (vai saber).
Brigas, muitas brigas, geralmente entre wikipedistas que entram em Guerra de Edição (que é o tipo, um desfaz a edição do outro), e cada uma cha que seu argumento é melhor. Recentemente (e ainda hoje, vai se saber, a wikipédia é imprevisível nesse aspecto), uma briga sobre artigos televisivos nos levou a loucura. E não minto, mais uma vez eu digo: a loucura. Os pedidos de boqueio ficaram lotados de "você é vandalo", entre alguns usuários, se xingando numa guerra totalmente desnecessária, que parece que foi motivada (uhu) pelos tais administradore, que preferiram ignorar (sic) e continuar com o seu trabalho, que os mais pessimistas chamam por aí de, bots de ER. Nossa! Outra sigla e outro nominho. Daí vem as ofensas pessoais. Nooooossa! E como tem gente que usa e abusa dessas "ofensas". sabe, são coisinhas do tipo, "você é vândalo", ou "você é um usuário desestabilizador". Daí um pede o bloqueio do outro por esse motivo (vandalismo) e o outro pede o blqueio do um por ofensas pessoais (leia-se pediu seu bloqueio) e o um pede porque pediu e o outro pede porque pediu e o um... Enfim, é isso a base da briga. Só pra variar, gostar de brigar também é motivo pra bloqueio (AEP), mas parece que, pelo fato de todo mundo gostar de brigar por lá, ninguém bloqueia mais por isso...
Depois eu coloco a "parte 2" da postagem, ok? Agora, wikipedie-se (se você for louco, claro).

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Curtura i Árti: Piada Nerd (só pra descontrair)

Hoje eu descobri o quanto uma piada de nerd pode ser engraçada. Sério, eu não minto (não, não é a do pintinho sem bunda).
Carinhosamente essa piada tem tudo a ver com as idiotices:

"O que é pior do que ser atingido por um raio? - Ser atingido por um diâmetro"

Que bonita a sua roupa...